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21 agosto 2009
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Setor de saúde deve aderir à NFe até 2010

De acordo com o ato institucional publicado em junho deste ano, o setor de saúde deverá por obrigatoriedade aderir o uso da Nota Fiscal eletrônica (NF-e) até o final de 2010. A primeira exigência surgiu no Brasil há 2 anos por meio de uma nova legislação que obriga o uso da NF-e por parte de todos os fabricantes e distribuidores de medicamento alopáticos, que por sua vez terão o mesmo prazo para apresentarem 100% de toda a mercadoria registrada eletronicamente. No caso de descumprimento da lei, as empresas serão multadas de acordo com a mesma regra para as empresas que utilizam a nota fiscal tradicional (papel) sem autorização.

O medicamento enviado à unidade hospitalar precisa de uma autorização prévia de cada estado para que os documentos tenham seu uso autorizado antes do trâmite da mercadoria. Esta ação muda radicalmente a forma como as empresas operam para ter um controle mais apurado e próximo de cada transição que acontece em todo País. O arquivo magnético (NF-e) acelera a cadeia logística, em especial para atender laboratórios.

Com o uso da Nota Fiscal eletrônica estima-se uma redução de 70% nos custos. Muitas empresas às vezes não computam o tempo que o funcionário leva para digitar uma nota no computador e nem mesmo o custo de guarda desses documentos e manutenção de um depósito para armazenagem dos arquivos.

Existem benefícios que são diretamente mensuráveis quando se cometem alterações como Nota Fiscal eletrônica. Basicamente pode ser divido entre antes e depois a redução de custos. Além disso, a NF-e melhora a segurança da empresa, dos produtos e do hospital que recebe a mercadoria. Imagina a quantidade de documentos fiscais que uma unidade hospitalar de grande porte recebe diariamente. 

Hoje, o governo utiliza o estudo o uso de RFID para ser incorporada as Notas Fiscais eletrônicas e a expectativa é que isso faça com que seja fortemente combatida a pirataria de remédios no País e até mesmo o uso de equipamentos que entram por outras vias na unidade hospitalar que não pela correta. Esse método passou a ser usado como instrumento opcional para assegurar a estrutura logística de medicamento até a conta do usuário final, como é o caso dos hospitais.

Fonte: Saúde Business Web
Autor: Saúde Business Web
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