Contra fatos não há argumentos. O fato é que o Simples Nacional reduziu a carga tributária, simplificou o processo de arrecadação e promoveu a formalização de novos negócios.
Isso faz do regime especial de tributação um sucesso, avalia Carlos Alberto dos Santos, diretor técnico do Sebrae, para quem, desde a sua criação, em 2006, a participação das empresas de pequeno porte na geração de empregos formais tem sido expressiva e crescente.
Segundo ele, entre 2006 e 2008, o número de empregos com carteira assinada cresceu 70% entre as empresas inscritas no Simples Nacional.
Atualmente, as micro e pequenas empresas respondem por 53,2% dos empregos com carteira assinada.
O diretor técnico do Sebrae lembra que o Simples foi efetivado em 2007, quando transferiu a contribuição previdenciária da folha de pagamento das empresas de pequeno porte para a sua receita bruta.
“Isso desonera integralmente a folha de pagamento dessas empresas dos custos previdenciários, além de liberá-las do recolhimento referente ao Sistema S e salário-educação”, enfatiza.




