Novos tempos, estamos na era ágil das comunicações, nesse cenário, abordando aqui as relações comerciais, nessa era inviabilizam-se transações que desperdiçam tempo e dinheiro, não ágeis.
Um desafio, renovação e modernização dos processos que envolvem a circulação de produtos e serviços. Nesse âmbito, destaco o advento da NF-e, parte de um projeto governamental amplo que visa à sofisticação no trato com as informações fiscais das relações comerciais.
Sobre a NF-e (é um documento fiscal eletrônico, tanto em emissão como em armazenamento), é a renovação para a já antiquada nota fiscal manual/formulário contínuo, que é um projeto de responsabilidade do ENCAT (Encontro Nacional de Coordenadores e Administradores Tributários), da Receita Federal do Brasil, com participação da superintendência da zona franca de Manaus (SUFRAMA).
Quanto a autenticidade do documento é realizada através assinatura digital (com certificado digital emitido por autoridade certificadora credenciada ao ICP-Brasil) e da recepção pelo fisco (secretaria do estado da fazenda de jurisdição do contribuinte) do arquivo eletrônico, antes da ocorrência do fato gerador. A NF-e é pré-validada pela SEFAZ e, após, é gerado o protocolo de autorização de uso da NF-e. Este mesmo arquivo ainda será transmitido para a Receita Federal, que é o repositório de todas as NF-e emitidas em ambiente nacional e, no caso de uma operação interestadual, para a Secretaria de Fazenda de destino da operação.
Além da agilidade que temos com o processo eletrônico, temos ainda, diversas vantagens deste novo modelo em relação às notas fiscais emitidas em papel, em destaque a redução dos custos de impressão e armazenamento (estrutura própria ou terceirizada). Pesquisas apontam para redução dos custos de impressão, uma vez que um jogo de nota fiscal no papel custa aproximadamente R$ 0,80 a R$ 1,00, quanto que na NF-e você faz as impressões da nota fiscal utilizando papel sulfite comum, e uma impressora comum jato de tinta ou laser, pensando no quesito responsabilidade ambiental, temos um grande benefício no que diz respeito a sustentabilidade. Também há redução nos custos de mão-de-obra com pessoas envolvidas com o antigo processo de faturamento em cerca de 36%, o que também permite que estas pessoas sejam realocadas para outras funções dentro da companhia, um processo ágil que demande menos mão-de-obra, permite aos administradores das empresas repensarem sua efetividade administrativa, traçando com a nova força de mão-de-obra dispensada dos processos de emissões de notas fiscais, estratégias de melhoria e aperfeiçoamento contínuo, garantindo assim, o sucesso mercadológico da empresa.
Com a NF-e a fiscalização torna-se simples, resultando num aumento da arrecadação, logo, supomos que com a eficiência da máquina de arrecadação, possíveis alterações legais para a tão sonhada e esperada redução da carga tributária virão, fator que segundo estudiosos do mercado entravam o crescimento econômico do país. Renovação no processo manual, com o advento das TI que permite proposições de redução da carga tributária e crescimento da econômica, isso é a NF-e.
Fonte: ESSystem



